luz « emocao art.ficial

OP_ERA: Hyperviews

 

de Rejane Cantoni e Daniela Kutschat (Brasil, 2004)

Instalação imersiva desenhada para explorar representações de um hipercubo de quatro dimensões, conhecido pelos geômetras como “tesseracto”. Um sistema automatizado dispara, dentro de uma sala cúbica, flashes sincronizados de luzes que simulam os desdobramentos desse estranho objeto geométrico.

Saiba mais na Enciclopédia de Arte e Tecnologia.

Apoio técnico: Estação da Luz

Rejane Cantoni é doutora e mestre em comunicação e semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, mestre em estudos superiores dos sistemas de informação, com opção por visualização e comunicação infográficas, pela Universidade de Genebra, Suíça. Atualmente é docente no curso de tecnologia e mídias digitais na PUC/SP.

Daniela Kutschat investiga meios eletrônicos e tecnologias de comunicação no contexto da arte desde 1986. Atualmente desenvolve plataformas multimodais que integram corpo, luz, som e imagem em instalações, ambientes imersivos e sistemas interativos. É artista-residente no Centro de Pesquisa em Artes Interativas da Universidade de Plymouth, CAiiA-Star, Inglaterra, onde desenvolveu o sistema interativo Pas-de-Trois (1998).

Remain In Light

 

de Haruki Nishijima, Iamas – The International Academy of Media Arts and Sciences (Japão, 2001)

 

“Reunimos trechos de ondas elétricas provenientes de comunicação analógica em um ‘kit eletrônico de coleta de insetos’. O sistema é dotado de uma ‘caixa eletrônica para depósito de espécimes’, na qual os espectadores podem observar essas ondas.”, criador da obra  Haruki Nishijima

 A obra foi instalada na Estação Sé do metrô de São Paulo

8 Custom Electronics Pieces

de Jim Campbell, Daniel Langlois Foundation (Canadá, 1999-2001)

“Faço, basicamente, dois tipos de trabalho. O primeiro Iluminated Averages envolve um sistema modular, ao qual me dedico há oito ou nove anos. Conecto módulos diferentes ao sistema e crio uma rede. Posso, por exemplo, ligar dois conversores analógico-digitais (A/D) e, a seguir, conectá-los a um módulo programável de processamento de imagens, equipado com módulo de memória. Por fim, o módulo de processamento de imagens também é conectado a um conversor digital-analógico (D/A). Quando a obra é instalada, câmeras ou DVDs são ligados à entrada (input) dos conversores A/D, e o monitor de vídeo, ou projetor, é conectado à saída (output) do conversor D/A. O segundo tipo de trabalho que realizo (projeto Ambiguous Icons) envolve a elaboração de uma placa de circuito impresso não-modular para uma série de obras que apresentam estruturas eletrônicas semelhantes. Esses trabalhos têm estrutura eletromecânica idêntica, mas o hardware pode ser reprogramado, assim como a imagem, que se transforma em Memória Flash (o mesmo tipo de memória usado em câmeras fotográficas digitais portáteis)”,  Jim Campbell, artista.