por Bill Vorn (Canadá, 2006)
Cinco robôs artrópodes movimentam-se de forma orgânica mas brusca: um comportamento inesperado, já que é realizado por máquinas que, supostamente, deveriam ser apenas funcionais. O objetivo da obra é induzir a empatia do espectador a entidades robóticas, que de fato são mais do que um punhado de estruturas metálicas.
Saiba mais sobre interatividade, conceito central para alguns criadores de arte tecnológica.
Bill Vorn se dedica à arte robótica desde 1992. Professor titular na Universidade de Concórdia, Canadá – onde leciona arte eletrônica –, é responsável pelo laboratório de pesquisa de criação de arte robótica (Alab) do Instituto Hexagrama, também no Canadá.



