por SymbioticA (Austrália – Estados Unidos, 2008-2009)
Robôs movem-se verticalmente ao longo de várias colunas, deixando rastros que são, na verdade, a representação dos disparos de neurônios de roedores, cultivados num recipiente de vidro localizado a milhares de quilômetros de distância. Paralelamente, sensores ao largo da instalação capturam os movimentos do público, que, por sua vez, também fazem os robôs se deslocarem.
Para saber mais: assista ao vídeo do artista Leonel Moura falando sobre robôs. “São uma nova forma de vida e tem de ser considerados como espécie”.
O coletivo SymbioticA une os artistas Guy Ben-Ary e Philip Gamblen, os engenheiros Peter Gee, Nathan Scott e Stephen Bobic e o dr. Steve Potter, neurocientista do Laboratório de Neuroengenharia de Georgia Tech, Atlanta, Estados Unidos. Instalado na Escola de Anatomia e Biologia Humana da Universidade da Austrália Ocidental, o grupo une a arte à ciência, incentivando o pensamento crítico sobre as questões éticas e culturais que envolvem a manipulação da vida.



